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Tarifas

O sistema de ônibus no Brasil atende 92% das demandas de transporte público coletivo nas cidades, configurando-se como um elemento estruturador das atividades urbanas, com reflexo direto na qualidade de vida da população.

Vem suportando fortes pressões no custo dos serviços prestados pela vertiginosa elevação dos preços dos principais insumos, pesada caga tributária e excessivas gratuidades. Tudo isso tem efeito direto na formação dos custos das passagens e, por decorrência, perda de competitividade e pressão social.

O mais dramático dessa equação é que as tarifas já estão próximas aos limites suportados pela população de mais baixa renda, tanto é que 30% desse segmento não utilizam esses serviços.

Toda a caga de impostos e das gratuidades é repassada diretamente para o usuário, o qual, não devidamente informado, direciona suas pressões exclusivamente para as operadoras.

Quem deve pagar a conta das gratuidades? No âmbito de um esforço de se reduzir a exclusão social, é coerente manter-se a elevada caga tributárias sobre essa atividade?

Essas são as principais questões que devem presidir os debates sobre a mobilidade social. A RMR possui possuí uma das menores tarifas de todo o país, assim mesmo parcela significativa da nossa população se desloca a pé. É inadiável esse debate!

Veja abaixo o quadro comparativo das tarifas em todo o país e um estudo técnico sobre o assunto produzido pela NTU.

Em  09/2014