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Exposição resgata memória do ônibus

Criar um movimento no sentido de estimular a preservação da memória do transporte por ônibus no Brasil. Com esta ideia, Antonio C. Kaio Castro deu vida ao 1º Clube do Ônibus Antigo Brasileiro, em 2005. O que teve início timidamente no pátio da Expresso Redenção, com apenas oito veículos, hoje conta com um número aproximadamente seis vezes maior de modelos participantes e pode resultar na implantação de um museu.

O projeto deu tão certo que a organização se sentiu na obrigação de estender o espaço da exposição também para caminhões. “Levamos em conta que todo empresário de ônibus começou sua vida profissional com caminhão ou possui um modelo antigo guardado em seus galpões”, ressalta Kaio.

A quinta edição do evento aconteceu neste fim de semana no Memorial da América Latina, em São Paulo, e reuniu 26 unidades de ônibus e jardineiras, 22 caminhões e quatro caminhonetes de variadas montadoras. Além disso, o clube cedeu espaço para que colecionadores e miniaturistas expusessem suas raridades. A previsão inicial era ultrapassar o número de visitantes do ano passado, que chegou a cinco mil pessoas.

Laudelino Gimenes, primeiro motorista da Viação ABCQuem teve a oportunidade de comparecer ao evento “Expo Viver, Ver e Rever a Revolução”, patrocinado pela Mercedes-Benz, pôde fazer uma viagem no tempo ao visualizar de perto alguns dos modelos que compuseram a história. Um exemplo foi o carro de bombeiro da década de 1920 e um caminhão GMC de 1951, além ônibus do escolar da marca International e o minibus 1975 da Viação Colombo.

Outra oportunidade ímpar foi entrar na jardineira 1956 da Auto Viação ABC, que atualmente transporta passageiros entre a cidade de São Bernardo do Campo e Santo André, em SP, e conhecer um pouco das histórias do senhor Laudelino Gimenes, o primeiro motorista a dirigir um ônibus da companhia.

Museu

Além de proporcionar um momento de confraternização para os amantes dos “velhinhos”, Kaio trabalha em um projeto que vai além da simples exposição: a criação do primeiro museu nacional específico para o segmento. O empresário revela que o tema está em andamento com o deputado paulista Bruno Covas, para que possa ser viabilizado.

“Se você viajar pela Europa, perceberá que o Velho Continente sempre se mobilizou para preservar a memória do transporte, como um museu que existe em Londres. E por que não fazer um projeto semelhante no Brasil? A confraternização é legal, mais existe um objetivo muito mais profundo por trás deste evento”, frisou o executivo.

GMC ano 57 também esteve entre os destaquesSegundo ele, o dia 30 de novembro foi instituído como “Dia da Preservação da Memória dos Transportes por Ônibus”. Outro projeto que tramita na Câmara Municipal é a inclusão do evento no calendário Turístico do Estado de São Paulo. Um dos objetivos é integrar a exposição na Lei Rouanet, a fim de trazer novos incentivos financeiros.

Fonte: Webtranspo (www.webtranspo.com.br)



Um comentário

  1. e lindo ver a evoluçao do homem pensdante .
    saber tambem que o homem evoluiu e que nao estamos mais uzando eeses modelos .ç que naquela epoca deram show.enfim se e para ter desconforto . e melhor ficarmos com o atual . da sao judas tadeu.

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